Ducati Panigale V4 chega ao Brasil custando preço de SUV médio — e acelerando como foguete.

 

A Ducati colocou mais uma joia no mercado brasileiro: a Panigale V4 2025. A novidade é uma reestilização do modelo que nasceu em 2018, mas agora aparece renovada por fora e por dentro, com ajustes de aerodinâmica, ergonomia e um pacote eletrônico ainda mais afiado. Só que o preço… esse também veio afiado: até R$ 210 mil, o mesmo patamar de um Renault Boreal 2026 recém-apresentado.

Versão de entrada é “menos cara”, mas continua no topo

Quem não quiser encarar a versão “S”, pode mirar a Panigale V4 convencional, que fica na casa dos R$ 170 mil — cerca de R$ 40 mil mais em conta. Mas, no motor, nenhuma diferença: segue o mesmo bloco V4 de 1.100 cm³ com quatro cilindros a 90°, virabrequim contrarrotativo e um poder absurdo de 216 cv a 13.500 rpm, com 12,3 mkgf de torque. Tudo isso administrado pelo câmbio de 6 marchas.

E tem mais: com o escapamento esportivo (opcional), a potência sobe para 228 cv. O peso? Baixo o bastante para deixar a relação peso/potência em 1,15 kg por cavalo — coisa de máquina feita pra pista.

Design inspirado na lendária 916

A nova linha da Panigale V4 tem inspiração direta na clássica Ducati 916, mas com um capricho moderno que melhora o arrasto aerodinâmico em até 4%. Banco redesenhado, tanque novo, pedais reposicionados e comandos revisados deixam a pilotagem menos cansativa em alta velocidade. É aquele tipo de moto que “gruda” em você e te obriga a andar bonito.

O que muda entre as versões

As duas versões compartilham o novo chassi Front Frame, pneus Pirelli Diablo Supercorsa (120/70 na frente e 200/60 atrás) e freios Brembo de alta performance.

Onde muda é aqui:

  • Versão de entrada:
    Suspensões Showa ajustáveis de 43 mm na dianteira e Sachs atrás.

  • Versão S:
    Suspensões Öhlins com ajuste eletrônico, rodas forjadas, bateria de lítio e paralamas em preto brilhante.

Ou seja: a Panigale V4 S é aquela que você olha e já sabe que foi feita para um público que gosta de detalhes “frescos”, mas eficientes.

Equipamentos de sobra

O pacote eletrônico é bem generoso:

  • Painel digital de 6,9”

  • Controle de largada

  • Controle de tração

  • Freio-motor ajustável

  • Suspensão ativa

  • Modos de pilotagem

  • Iluminação full-LED

Entre os opcionais, dá para incluir piloto automático, TPMS e navegação GPS.

Cor única e manutenção

A Ducati não inventou moda nas cores: só o tradicional Ducati Red.
O tanque tem 17 litros, a garantia cobre 24 meses sem limite de quilometragem e as revisões acontecem a cada 12 mil km ou 1 ano.

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